sábado, 5 de janeiro de 2013

(in)Justiça (a)cometida

"Manifesta-se aos poucos o desejo do homem de estar sã,
de progredir com a utopia
e flagelar a capacidade.
Eclode o receio de 'ser um não'
de ser uma vítima.
Aos poucos o inoxidável ego desmorona,
o implacável orgulho se é despido,
a certeza cega vira poeira existencial
e a própria índole se surpreende!
Uma justiça que é feita pra os fortes que tendem a ser injustiçados ao praticarem o bem... ao honrarem o nome... ao lutarem pela causa... e ao viver pela fome!
Fome de progresso...
Um Progresso lento e justificável
algo que vai além da carne,
que se justifica por seus precedentes, mas que doem!
Estamos num jogo às escuras,
o desejo da alma de progredir provoca a vida e sua obsessão pelo fracasso...
Atiçando seus desejos insanos de obliterar a justiça e
danificar os meios
pra que a finita energia vital
não interrompa o início da passiva e simples eternidade da alma."






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